
O Trombone Soprano

O Trombone Contralto ou Alto

O Trombone alto hoje em dia quase não é utilizado. A sua
popularidade nasceu na época da renascença, quando os compositores escreviam
propositadamente para este instrumento. Este instrumento é mais adequado para
um tipo de música melodiosa, que ligava muito bem com as orquestras da época.
O trombone alto é um instrumento em Mi bemol, o que faz
com que este instrumento tenha características de som especiais, como o som
mais aveludado, mais suave que os outros trombones. É um instrumento que se
insere com as madeiras, os metais e com vozes.
Este instrumento apresenta alguns problemas
principalmente quando se fala no som. A qualidade de som vai diminuindo a partir
do Do(3) para baixo.
A técnica do trombone alto é tão maior, quanto a sua
parceria com o tenor.
Este trombone é um instrumento lírico com qualidades
timbricas típicas na altura.

Este é o esteio da família do trombone. Nas
situações não profissionais, não é fora do comum encontrar o trombone tenor
a executar todas as partes do trombone (alto, tenor e baixo).
É um instrumento em si bemol.
Tipicamente o modelo de vara estreita do
trombone tenor era admirado pela sua sonoridade, clareza e focagem de som.
Numa via mais profissional os instrumentistas
preferem os modelos de vara larga porque possuem um som mais cheio e completo.
Estes instrumentos também têm a capacidade de ter um som mais suave sempre que
necessário.
O registro agudo começa a partir de Si
bemol (3), para cima.
O tenor demonstra boa agilidade, devido ao seu
vasto número de notas, conseguidas nas três primeiras posições da vara, no
registro agudo.
Nos registros mais baixos, algumas passagens
podem ser impossíveis devido a sua longa vara.
A passagem que se segue requer alternâncias
entre a primeira e sétima posições – posições extremas – que têm que
se executar com rapidez.
Este trombone tem o mesmo comprimento que o trombone
tenor com o registro em Fa.
A diferença é que tem uma tubagem mais larga e o diâmetro
da campânula é maior que por conseq6uência faz com que tenha uma sonoridade
mais escura.
Este instrumento está especializado para tocar notas a
partir de Sol(2) para baixo na extensão. Também é preparado para as notas no
registro pedal (fundamental) mais energético e limpo em questões de som. Neste
instrumento é necessário uma maior quantidade de ar devido as características
atrás indicadas.
Existe outro tipo de trombone baixo que é o que tem para
além do registro de Fá, tem ainda o registro de Mi e ( Mi bemol em poucos casos).
Este é o modelo escolhido por uma grande maioria dos trombonistas baixos
profissionais. Este sistema de registros é posto em prática por duas válvulas
manuseadas pelo dedo polegar e anelar da mão esquerda. Com estas mudanças de
registros é necessário ajustar as posições na vara do instrumento.

O Trombone contrabaixo está em Si bemol, uma oitava
abaixo do trombone tenor. Devido ao enorme tamanho do tubo, em 1816 Gottfried
Weber, inventou uma vara dupla, ficando o tubo dobrado em quatro secções.
É uma verdadeira maratona, assim se pode dizer, tocar
este instrumento porque muito esgotante em relação a pulmões e a lábios.
Em poucas vezes que é usado, quase sempre é executado
por tubistas.
A sonoridade é muitas das vezes comparada com a da tuba.
É um instrumento um pouco limitado em relação a técnica devido a forma da
sua vara.
Poucos compositores escreveram para este instrumento,
eles foram Wagner, Strauss, Verdi e Schoenberg mas, devido as dificuldades
deixou de se escrever para ele

O Trombone de pistões é um instrumento que, hoje em dia
está em desuso devido as suas limitações. É um instrumento que produz uma
menor quantidade de som do que os outros trombones.
É um instrumento que só é usado nas bandas filarmônicas
e no jazz também.
Como o próprio nome indica, trata-se de um instrumento de
pistões como a trompete.
extraído do site http://trombone.com.sapo.pt/index.htm