Trombonista em Orquestra
Em
parte devido à quase inexistência de orquestras sinfônicas no nosso país, o
estudo de passagens de orquestra e muitas vezes o próprio trabalho de música de
câmera é completamente negligenciado nas nossas escolas de música. Demasiadas
vezes, os estudantes de Trombone (e não só) acabam os seus cursos nos
conservatórios e escolas profissionais sem terem tocado uma única vez com um
quarteto de trombones, um quinteto de metais ou qualquer outro grupo de música
de câmara. Isto para não falar na classe de orquestra que muitas vezes não
funciona, ou então funciona em moldes muito reduzido que dificilmente pode
abordar obras do repertório sinfônico que incluam um número maior de músicos e
consequentemente um naipe de trombones.
Assim
se vai desenvolvendo um trabalho perigosamente direcionado para a vertente
solista da música. Este fato torna-se ainda mais alarmante se pensarmos que o
número de
Após
verificarmos que a carreira no nosso país nunca poderá ser o nosso objetivo
principal, penso ser de bom tom direcionarmos todas as baterias para o trabalho
de orquestra, o que também é perigoso devido á falta de orquestras.
Muitas
pessoas não têm a noção de qual será o trabalho a desenvolver para se ter uma
preparação adequada para se ser um bom instrumentista de orquestra. Primeiro de
tudo desenvolver a capacidade de tocar em grupo, não ao acaso mas com muita
sabedoria. Quando se toca em grupo é necessário criarem-se bases de inicio, ou
seja todo o grupo tem que desenvolver várias técnicas em conjunto como: o tipo
de articulação, o tipo de ataques, o ligado e respiração têm que ser definidos
como iguais para todos, isto é consoante a obra que se vai trabalhar, pois
existem vários estilos e cada estilo tem o seu tipo de tipo de articulação, o
tipo de ataques, o ligado. Além destes fatores importantes existe a afinação e a
fundição do som o que normalmente é o mais complicado num grupo. Para se ter uma
boa afinação e fundição de som o grupo tem que praticar inúmeras escalas em
acordes, o que nos permite ouvir com mais clareza cada uma das vozes, podendo
assim cada um verificar se está alto ou baixo e retificando a sua afinação cada
com mais rapidez. O equilíbrio do som do grupo tem também que ser testado
através também de exercícios em p até ff.
Durante
a preparação exaustiva em grupos de música de câmara não se devem descuidar os
excertos de orquestra. Estes serão mais tarde o nosso maior trunfo para o
ingresso numa orquestra. Como se deverão trabalhar excertos de orquestra? É esta
a pergunta a que muitos não sabem dar resposta. O primeiro passo é fazer um
levantamento de quais são os principais excertos de orquestra, a partir
dai conseguir algumas as melhores gravações com as melhores orquestras e
maestros e aí encontraremos várias interpretações, as quais teremos de ouvir
muito bem para as pormos
A
orquestra sinfônica é uma área que tem gerado uma certa polemica, justamente
devido ao instrumento correto a utilizar. A orquestra dos nossos dias abrange
uma grande variedade de épocas e estilos musicais que implicam uma crescente
versatilidade em termos de dinâmicas e cores sonoras. Enquanto que para Mozart,
Beethoven, Schubert e Schumann (entre outros) um ff orquestral corresponde
grande parte das vezes a um f ou mf no naipe de trombones, para compositores
como Mahler, Wagner, Richard Strauss, Shostakovich, ou Stravinsky, as dinâmicas
escritas são realmente as pretendidas. Um instrumento com uma tubagem média
(como é o caso do Bach 36, por exemplo) nunca poderá satisfazer as exigências de
uma obra como a Tetralogia de Richard Wagner, qualquer das Sinfonias de Gustav
Mahler ou os magníficos poemas sinfônicos de Richard Strauss. Os modelos largos
(como o Bach 42) são os únicos que podem conferir à secção de trombones a
nobreza necessária nos grandes ff orquestrais, e o caráter sombrio e misterioso
dos acordes em pp, nestas obras.
Um
argumento utilizado pelos mais cépticos é que os modelos largos são
incompatíveis com a posição de primeiro Trombone, devido à grande resistência
necessária para suportar frases longas nos agudos, por exemplo...
Na
maioria dos casos em que perguntei se a mudança para o modelo largo ajudou,
todos de me respondem afirmativamente e acrescento que sentem mais facilidade na
região aguda e uma melhoria em termos de som. Em relação ao fato de ser
cansativo para um Primeiro Trombone utilizar estes instrumentos, apenas me dizem
nunca necessitaram nem tiveram vontade de voltar atrás.
Por
outro lado os instrumentistas de tubagem média são os indicados para os
primeiros anos de estudo no Trombone. Ao mesmo tempo são os instrumentos de
eleição para grande parte dos músicos de jazz, bem como os Trombones de tubagem
estreita, ideais para o lugar de primeiro Trombone numa orquestra de jazz, por
exemplo.
Hoje
em dia o Trombone utilizado na maioria das orquestras mundiais é o Trombone de
Tubagem larga.
Devido
a estes fatores penso ser o modelo largo então o aconselhado para uma prestação
em orquestra.
Quando
se entra numa orquestra a preparação de toda uma vida escolar põe-se à prova e
aí é preciso ser-se muito versátil e muito dinâmico. O repertório em orquestra
varia de semana para semana e por isso é preciso muito trabalho quer individual
quer de naipe. O trabalho de naipe engloba muitas das vezes a tuba, pois ela é
por vezes o suporte do Trombone. Os corais orquestrais são sem sombra de dúvida
a maior complexidade de um naipe de Trombones, quer em pp quer ff. Todo o
trabalho de naipe tem que ser levado muito a sério, mesmo que seja uma passagem
que não dê muito nas vistas, tudo é importante. O Trombone assim como qualquer
instrumento é um amplificador que pode transmitir uma grande variedade de
estados de alma.
Trombonista
em Orquestra
Em
parte devido à quase inexistência de orquestras sinfônicas no nosso país, o
estudo de passagens de orquestra e muitas vezes o próprio trabalho de música
de câmera é completamente negligenciado nas nossas escolas de música.
Demasiadas vezes, os estudantes de Trombone (e não só) acabam os seus cursos
nos conservatórios e escolas profissionais sem terem tocado uma única vez com
um quarteto de trombones, um quinteto de metais ou qualquer outro grupo de
música de câmara. Isto para não falar na classe de orquestra que muitas vezes
não funciona, ou então funciona em moldes muito reduzido que dificilmente pode
abordar obras do repertório sinfônico que incluam um número maior de músicos
e consequentemente um naipe de trombones.
Assim
se vai desenvolvendo um trabalho perigosamente direcionado para a vertente
solista da música. Este fato torna-se ainda mais alarmante se pensarmos que o
número de
Após
verificarmos que a carreira no nosso país nunca poderá ser o nosso objetivo
principal, penso ser de bom tom direcionarmos todas as baterias para o trabalho
de orquestra, o que também é perigoso devido á falta de orquestras.
Muitas
pessoas não têm a noção de qual será o trabalho a desenvolver para se ter
uma preparação adequada para se ser um bom instrumentista de orquestra.
Primeiro de tudo desenvolver a capacidade de tocar em grupo, não ao acaso mas
com muita sabedoria. Quando se toca em grupo é necessário criarem-se bases de
inicio, ou seja todo o grupo tem que desenvolver várias técnicas em conjunto
como: o tipo de articulação, o tipo de ataques, o ligado e respiração têm
que ser definidos como iguais para todos, isto é consoante a obra que se vai
trabalhar, pois existem vários estilos e cada estilo tem o seu tipo de tipo de
articulação, o tipo de ataques, o ligado. Além destes fatores importantes
existe a afinação e a fundição do som o que normalmente é o mais complicado
num grupo. Para se ter uma boa afinação e fundição de som o grupo tem que
praticar inúmeras escalas em acordes, o que nos permite ouvir com mais clareza
cada uma das vozes, podendo assim cada um verificar se está alto ou baixo e
retificando a sua afinação cada com mais rapidez. O equilíbrio do som do
grupo tem também que ser testado através também de exercícios em p até ff.
Durante
a preparação exaustiva em grupos de música de câmara não se devem descuidar
os excertos de orquestra. Estes serão mais tarde o nosso maior trunfo para o
ingresso numa orquestra. Como se deverão trabalhar excertos de orquestra? É
esta a pergunta a que muitos não sabem dar resposta. O primeiro passo é fazer
um levantamento de quais são os principais excertos de orquestra, a
partir dai conseguir algumas as melhores gravações com as melhores orquestras
e maestros e aí encontraremos várias interpretações, as quais teremos de
ouvir muito bem para as pormos
A
orquestra sinfônica é uma área que tem gerado uma certa polemica, justamente
devido ao instrumento correto a utilizar. A orquestra dos nossos dias abrange
uma grande variedade de épocas e estilos musicais que implicam uma crescente
versatilidade em termos de dinâmicas e cores sonoras. Enquanto que para Mozart,
Beethoven, Schubert e Schumann (entre outros) um ff orquestral corresponde
grande parte das vezes a um f ou mf no naipe de trombones, para compositores
como Mahler, Wagner, Richard Strauss, Shostakovich, ou Stravinsky, as dinâmicas
escritas são realmente as pretendidas. Um instrumento com uma tubagem média
(como é o caso do Bach 36, por exemplo) nunca poderá satisfazer as exigências
de uma obra como a Tetralogia de Richard Wagner, qualquer das Sinfonias de
Gustav Mahler ou os magníficos poemas sinfônicos de Richard Strauss. Os
modelos largos (como o Bach 42) são os únicos que podem conferir à secção
de trombones a nobreza necessária nos grandes ff orquestrais, e o caráter
sombrio e misterioso dos acordes em pp, nestas obras.
Um
argumento utilizado pelos mais cépticos é que os modelos largos são
incompatíveis com a posição de primeiro Trombone, devido à grande
resistência necessária para suportar frases longas nos agudos, por exemplo...
Na
maioria dos casos em que perguntei se a mudança para o modelo largo ajudou,
todos de me respondem afirmativamente e acrescento que sentem mais facilidade na
região aguda e uma melhoria em termos de som. Em relação ao fato de ser
cansativo para um Primeiro Trombone utilizar estes instrumentos, apenas me dizem
nunca necessitaram nem tiveram vontade de voltar atrás.
Por
outro lado os instrumentistas de tubagem média são os indicados para os
primeiros anos de estudo no Trombone. Ao mesmo tempo são os instrumentos de
eleição para grande parte dos músicos de jazz, bem como os Trombones de
tubagem estreita, ideais para o lugar de primeiro Trombone numa orquestra de
jazz, por exemplo.
Hoje
em dia o Trombone utilizado na maioria das orquestras mundiais é o Trombone de
Tubagem larga.
Devido
a estes fatores penso ser o modelo largo então o aconselhado para uma
prestação em orquestra.
Quando
se entra numa orquestra a preparação de toda uma vida escolar põe-se à prova
e aí é preciso ser-se muito versátil e muito dinâmico. O repertório em
orquestra varia de semana para semana e por isso é preciso muito trabalho quer
individual quer de naipe. O trabalho de naipe engloba muitas das vezes a tuba,
pois ela é por vezes o suporte do Trombone. Os corais orquestrais são sem
sombra de dúvida a maior complexidade de um naipe de Trombones, quer em pp quer
ff. Todo o trabalho de naipe tem que ser levado muito a sério, mesmo que seja
uma passagem que não dê muito nas vistas, tudo é importante. O Trombone assim
como qualquer instrumento é um amplificador que pode transmitir uma grande
variedade de estados de alma.
Trombonista
em Orquestra
Em
parte devido à quase inexistência de orquestras sinfônicas no nosso país, o
estudo de passagens de orquestra e muitas vezes o próprio trabalho de música
de câmera é completamente negligenciado nas nossas escolas de música.
Demasiadas vezes, os estudantes de Trombone (e não só) acabam os seus cursos
nos conservatórios e escolas profissionais sem terem tocado uma única vez com
um quarteto de trombones, um quinteto de metais ou qualquer outro grupo de
música de câmara. Isto para não falar na classe de orquestra que muitas vezes
não funciona, ou então funciona em moldes muito reduzido que dificilmente pode
abordar obras do repertório sinfônico que incluam um número maior de músicos
e consequentemente um naipe de trombones.
Assim
se vai desenvolvendo um trabalho perigosamente direcionado para a vertente
solista da música. Este fato torna-se ainda mais alarmante se pensarmos que o
número de
Após
verificarmos que a carreira no nosso país nunca poderá ser o nosso objetivo
principal, penso ser de bom tom direcionarmos todas as baterias para o trabalho
de orquestra, o que também é perigoso devido á falta de orquestras.
Muitas
pessoas não têm a noção de qual será o trabalho a desenvolver para se ter
uma preparação adequada para se ser um bom instrumentista de orquestra.
Primeiro de tudo desenvolver a capacidade de tocar em grupo, não ao acaso mas
com muita sabedoria. Quando se toca em grupo é necessário criarem-se bases de
inicio, ou seja todo o grupo tem que desenvolver várias técnicas em conjunto
como: o tipo de articulação, o tipo de ataques, o ligado e respiração têm
que ser definidos como iguais para todos, isto é consoante a obra que se vai
trabalhar, pois existem vários estilos e cada estilo tem o seu tipo de tipo de
articulação, o tipo de ataques, o ligado. Além destes fatores importantes
existe a afinação e a fundição do som o que normalmente é o mais complicado
num grupo. Para se ter uma boa afinação e fundição de som o grupo tem que
praticar inúmeras escalas em acordes, o que nos permite ouvir com mais clareza
cada uma das vozes, podendo assim cada um verificar se está alto ou baixo e
retificando a sua afinação cada com mais rapidez. O equilíbrio do som do
grupo tem também que ser testado através também de exercícios em p até ff.
Durante
a preparação exaustiva em grupos de música de câmara não se devem descuidar
os excertos de orquestra. Estes serão mais tarde o nosso maior trunfo para o
ingresso numa orquestra. Como se deverão trabalhar excertos de orquestra? É
esta a pergunta a que muitos não sabem dar resposta. O primeiro passo é fazer
um levantamento de quais são os principais excertos de orquestra, a
partir dai conseguir algumas as melhores gravações com as melhores orquestras
e maestros e aí encontraremos várias interpretações, as quais teremos de
ouvir muito bem para as pormos
A
orquestra sinfônica é uma área que tem gerado uma certa polemica, justamente
devido ao instrumento correto a utilizar. A orquestra dos nossos dias abrange
uma grande variedade de épocas e estilos musicais que implicam uma crescente
versatilidade em termos de dinâmicas e cores sonoras. Enquanto que para Mozart,
Beethoven, Schubert e Schumann (entre outros) um ff orquestral corresponde
grande parte das vezes a um f ou mf no naipe de trombones, para compositores
como Mahler, Wagner, Richard Strauss, Shostakovich, ou Stravinsky, as dinâmicas
escritas são realmente as pretendidas. Um instrumento com uma tubagem média
(como é o caso do Bach 36, por exemplo) nunca poderá satisfazer as exigências
de uma obra como a Tetralogia de Richard Wagner, qualquer das Sinfonias de
Gustav Mahler ou os magníficos poemas sinfônicos de Richard Strauss. Os
modelos largos (como o Bach 42) são os únicos que podem conferir à secção
de trombones a nobreza necessária nos grandes ff orquestrais, e o caráter
sombrio e misterioso dos acordes em pp, nestas obras.
Um
argumento utilizado pelos mais cépticos é que os modelos largos são
incompatíveis com a posição de primeiro Trombone, devido à grande
resistência necessária para suportar frases longas nos agudos, por exemplo...
Na
maioria dos casos em que perguntei se a mudança para o modelo largo ajudou,
todos de me respondem afirmativamente e acrescento que sentem mais facilidade na
região aguda e uma melhoria em termos de som. Em relação ao fato de ser
cansativo para um Primeiro Trombone utilizar estes instrumentos, apenas me dizem
nunca necessitaram nem tiveram vontade de voltar atrás.
Por
outro lado os instrumentistas de tubagem média são os indicados para os
primeiros anos de estudo no Trombone. Ao mesmo tempo são os instrumentos de
eleição para grande parte dos músicos de jazz, bem como os Trombones de
tubagem estreita, ideais para o lugar de primeiro Trombone numa orquestra de
jazz, por exemplo.
Hoje
em dia o Trombone utilizado na maioria das orquestras mundiais é o Trombone de
Tubagem larga.
Devido
a estes fatores penso ser o modelo largo então o aconselhado para uma
prestação em orquestra.
Quando
se entra numa orquestra a preparação de toda uma vida escolar põe-se à prova
e aí é preciso ser-se muito versátil e muito dinâmico. O repertório em
orquestra varia de semana para semana e por isso é preciso muito trabalho quer
individual quer de naipe. O trabalho de naipe engloba muitas das vezes a tuba,
pois ela é por vezes o suporte do Trombone. Os corais orquestrais são sem
sombra de dúvida a maior complexidade de um naipe de Trombones, quer em pp quer
ff. Todo o trabalho de naipe tem que ser levado muito a sério, mesmo que seja
uma passagem que não dê muito nas vistas, tudo é importante. O Trombone assim
como qualquer instrumento é um amplificador que pode transmitir uma grande
variedade de estados de alma.
extraído do site http://trombone.com.sapo.pt/index.htm